saúde 23 de setembro 0 comentários

A estação preferida de muitos pais acaba de chegar. Com dias mais quentes e menos chuvosos, muitos comemoram o fim das temidas infecções e problemas respiratórios típicos de inverno. Nessa época, em que o calor não é exagerado, os problemas alimentares também são menos comuns.

Mas se engana quem acha que dá para baixar a guarda e que a primavera é o fim das idas frequentes aos pronto atendimentos. Crianças com alergias precisam de cuidados redobrados nessa época. Isso porque justamente na estação mais florida, a poeira, os ácaros e até mesmo o pólen das flores podem causar irritação. Basta entrar em contato com esses elementos para a sequência de tosse e espirros tomar conta dos pequenos.

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saúde 18 de março 0 comentários

Apesar de pouco se falar sobre o assunto, entre cada cem pessoas, uma a duas tem epilepsia, segundo a Associação Brasileira de Epilepsia (Abe). A doença, que geralmente é diagnosticada na infância e na adolescência, pode surgir por vários motivos: uma lesão congênita (presente já no nascimento ou causada por diversos fatores, como abuso de álcool ou drogas ou uma forte batida na cabeça), um problema que ocorreu antes do parto, malformações do cérebro ou por causa desconhecida.
 
A epilepsia é um distúrbio da atividade elétrica do cérebro. O sintoma mais conhecido da doença é a crise convulsiva. Mas também podem ocorrer as chamadas ausências, em que a pessoa fica com o olhar fixo e perde contato com o meio por alguns segundos. Já nas quedas, o corpo fica totalmente amolecido, e nas crises de alerta, o indivíduo faz movimentos automaticamente, sem controle dos atos.
 
Falar sobre a epilepsia ainda é um tabu e é isso que o casal Priscila Krieger e Emil Chartouni, de Blumenau (SC), querem combater. Eles são pais de uma menina de cinco anos, portadora da doença, e  criaram o movimento Março Roxo, que busca combater o preconceito e informar a sociedade sobre a doença. Nós conversamos com a Priscila e ela contou sobre essa trajetória. Confira!

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saúde 02 de março 0 comentários

Nos últimos anos as alergias alimentares se tornaram mais comuns do que se imagina e as crianças também vem sofrendo com elas. Atualmente, cerca de 6 a 8% apresentam reações alérgicas antes dos três anos. Diferente da intolerância, que ocorre quando o corpo não produz determinada enzima e tem dificuldade em para digerir algum alimento, na alergia acontece uma reação adversa, uma resposta imunológica imediata ao alimento e geralmente está ligada a alguma proteína. Outra distinção é que a alergia pode desaparecer com o tratamento certo enquanto a intolerância permanece por toda a vida.

Para saber mais sobre o assunto nós conversamos com o médico alergista e imunologista Eduardo Longen. Confira!

Por que as reações alérgicas aumentaram?
Em parte devido a maior industrialização dos alimentos nos últimos anos. Muitas destas reações são alergias causadas por proteínas alimentares, reconhecidas pelo nosso sistema imunológico como estranhas.

Quais as principais alergias?
Um grupo de oito alimentos é responsável por cerca de até 90% das reações, por causa das suas proteínas mais estimulantes da resposta imunológica. São eles: leite de vaca, ovo, soja, trigo, peixe, amendoim, castanhas e frutos do mar. As alergias alimentares são mais frequentes abaixo dos cinco anos de idade, e para estes o leite, o ovo, a soja e o trigo são os que mais merecem atenção dos pais.

Sintomas e diagnóstico
A suspeita de alergia alimentar acontece quando sintomas surgem após minutos ou poucas horas da ingestão de um determinado alimento. Os sintomas devem recorrer sempre que houver contato com aquele alimento. Eles são muito variáveis (manchas na pele, inchaço de olhos/boca, tosse com falta de ar, diarreia, vômitos, dor abdominal com irritabilidade, sangue nas fezes) e também podem ocorrer em outras doenças como as intolerâncias, reações a alimentos deteriorados e devido a efeitos químicos ou farmacológicos dos alimentos. Por isso, é importante a consulta com o especialista, que poderá realizar exames específicos para auxiliar o diagnóstico, evitando que a criança fique erroneamente rotulada como alérgica e tenha exclusões alimentares desnecessárias que prejudiquem o seu desenvolvimento.

O que fazer caso a criança tenha uma alergia?
É necessária a exclusão do alimento alergênico. Com a diversidade atual de produtos alimentares industrializados, há a necessidade da cuidadosa leitura de rótulos para busca do nome de proteínas do alimento em exclusão. Ao se alimentar fora de casa, procure saber sobre a forma de preparo ou ingredientes utilizados antes de oferecer à criança.

Na escola
Informa à escola o diagnóstico da criança e, através de relatório médico, disponibilize a orientação de preparo e leitura de rótulos para os funcionários da instituição. Além disso, é importante ter em mãos um plano de ação escrito em caso de reação, bem como as medicações necessárias.

Mais informações sobre cuidados da escola e cartilha de rótulos pode ser encontrados no site: www.poenorotulo.com.br

Diferentemente dos adultos, as crianças menores de cinco anos com alergia alimentar tem uma boa chance de criar tolerância ao alimento com o crescimento. Para aqueles que não melhoram ou para os que apresentaram reações graves de risco, tratamentos podem auxiliar o desenvolvimento da tolerância e uma exposição ao alimento sem sintomas.

Sobre o especialista
Eduardo Longe é médico formado pela Universidade da Região de Joinville (Univille) e possui especialização em Alergia e Imunologia Clínica pelo Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Realizou residência médica na área de pediatria pelo Hospital Municipal São José de Joinville com atuação no Hospital Materno Infantil Dr. Jeser Amarante Faria e na Maternidade Darcy Vargas. Atua em Joinville (SC).

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saúde 23 de fevereiro 0 comentários

Considerado um problema de saúde pública, a obesidade infantil já afeta mais de 41 milhões de crianças em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, 33,5% das crianças sofrem de obesidade ou sobrepeso, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Por isso é preciso estar sempre alerta quando o assunto é a alimentação do seu filho. Entre as causas do problema, a OMS destacou o fato de a publicidade infantil e as redes de fast food estarem cada vez mais popularizadas. A criança é bombardeada diariamente com anúncios de deliciosas comidinhas que, na verdade, são um perigo para a saúde!

Vamos evitar?
Cair na tentação de oferecer um lanche rápido para o seu filho não é difícil. Na correria do dia a dia, nem sempre preparar um prato com calma é possível.  Os alimentos industrializados, apesar de práticos, trazem uma série de malefícios à saúde. Que tal substituí-los por refeições saudáveis, preparadas com antecedência e congeladas? Essa é uma ótima maneira de driblar a falta de tempo. Feijão, legumes, sopas, são só algumas das opções.

O primeiro passo no combate à obesidade infantil, segundo especialistas, é ficar alerta à formação alimentar do seu filho. Evite ao máximo oferecer os alimentos que fazem mal à saúde, principalmente nos dois primeiros anos de vida. Refrigerantes, chocolates, frituras e doces são alguns exemplos.   Deixe aquela ida ao fast food para quando as crianças estiverem maiores e mesmo assim controle a frequência.

Outro cuidado fundamental é em relação à pratica de atividade física. Em tempos de computador e smartphones, o ideal é incentivar os pequenos a se mexerem. Além das brincadeiras com os amigos, a criança pode também fazer algum esporte regularmente. Descubra o que ela mais gosta e ofereça a ela a possibilidade de aulas regulares.

Somos exemplo!
De nada adianta querer obrigar os filhos a comer bem se os pais não fazem isso. Para garantir que todos estejam se alimentando corretamente, tente fazer as refeições junto com os pequenos. Assim, todo mundo tem a mesma opção de prato.

Os doces são uma verdadeira tentação. Opte por chocolates com maior teor de cacau, por exemplo, e sempre em quantidades reduzidas. Se oferecer uma barra inteira, é quase impossível o seu filho comer só um pedacinho.

E para beber? Troque o refrigerante pelo suco natural. Dá pra fazer todos os dias e nem toma tanto tempo assim. Os sucos de caixinha, que na verdade contém mais açúcar do que fruta, também devem ser evitados.

Quer saber mais a respeito? O documentário Muito Além do Peso, produzido pelo Maria Farinha Filmes e o Instituto Alana é uma ótima dica para se inteirar sobre o assunto.

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saúde 04 de fevereiro 0 comentários

Nas redes sociais e portais de notícias ligados á maternidade, não se fala em outra coisa. Nesta semana o americano Scott Walker postou no facebook uma imagem do pé de sua filha de 19 semanas. A menina, que estava chorando e parecia incomodada com algo, estava com um cabelo preso a um dos dedinhos.
 
Assim que perceberam o problema, os pais retiraram, com todo o cuidado, o cabelo que apertava o dedo e estava impedindo a circulação sanguínea. O post na rede social serve de alerta para algo mais comum do que se imagina: a síndrome do torniquete de cabelo.
 
Apesar de o nome ser ainda incomum, o problema acontece com frequência. A maioria das mães já passou pelo episódio de perceber que o filho está irritado porque um cabelo ficou entre as roupas, no rostinho ou nas mãos e pés. O problema é que muitas vezes esse fio pode se enrolar em um dos dedos e apertar tanto o bebê que acaba machucando. Se não for percebido a tempo, a ferida pode ser mais grave e o bebê pode até mesmo perder o dedo.

Como evitar?
Caso perceba uma irritação no bebê e nada do que você fez melhora a situação, examine com cuidado as mãos e pés. Verifique também se não ficou nenhum cabelo durante as trocas. Caso encontre, retire imediatamente, sempre com muito cuidado.
 
O que fazer caso aconteça com o meu filho?
Procure ajuda o mais rápido possível. Caso não seja possível remover o fio em casa, o pediatra pode dar uma anestesia local para retirada. Não espere nem um segundo! Por mais simples que pareça, o problema precisa de atenção. O acompanhamento do médico é a melhor maneira de tratar a ferida. Ele irá indicar, conforme a gravidade do caso, o melhor medicamento, se for necessário.

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