Quatro erros mais comuns na hora de instalar a cadeirinha do carro

29 de agosto 0 comentario(s)

Seja em um passeio em família ou a ida à escola, utilizar a cadeirinha do carro é indispensável no transporte de crianças. Além de ser obrigatório por lei, o item garante que elas fiquem protegidas: 80% das mortes em acidentes poderiam ser evitadas, segundo o Datasus.

No entanto existem alguns erros que podem comprometer a eficácia da cadeirinha. Confira os quatro mais comuns:

- Instalação: além de verificar as instruções do manual, é importante garantir que a cadeirinha esteja sendo utilizada corretamente. Uma das falhas que ocorre no uso do bebê conforto, por exemplo, é deixá-lo virado no mesmo sentido do banco traseiro, quando na verdade deve ser fixado de frente para o encosto. Esse cuidado é essencial para que a coluna cervical do bebê de até um ano, que ainda está em formação, seja protegida em caso de batida ou freada brusca. É preciso verificar também os pontos certos por onde o cinto de segurança deve passar, garantindo a fixagem ideal da cadeirinha.

- Ajuste do cinto: o importante é que ele tenha dois dedos de folga para não ficar nem muito frouxo nem apertado demais na criança. O do próprio dispositivo deve ter cinco pontos (dois no abdome e dois passando pelos ombros, que garantem um ajuste central). Para crianças maiores, que já utilizam o cinto do carro, a dica é que ele passe pelo peito e nunca pelo pescoço.

- Indicação correta de idade: cadeirinha muito grande ou muito pequena não é eficaz. Cada modelo é indicado para um grupo de massa, que leva em consideração peso ou altura da criança. Essas informações podem ser encontradas na embalagem ou manual de instruções e precisam ser sempre observadas. Quando o dispositivo ficar pequeno, é importante substituí-lo o quanto antes, para que o cinto não machuque e a criança fique confortável.

- Utilização de acessórios: apoio para cabeça, capas personalizadas e outros acessórios só podem ser utilizados se houver alguma indicação do fabricante. É importante lembrar que é a segurança a prioridade no caso do dispositivo de retenção e ela não pode ser comprometida.